viver e tudo melhor ainda com jesus

Mais Recente

HISTORIA DE LILY SAFRA

D. Lily Safra
Divulgação
D. Lily Safra, viúva do banqueiro Edmond Safra (1932-1999), tem se dedicado a projetos filantrópicos, especialmente ao Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINN-ELS), do Rio Grande do Norte. A instituição apoia um programa de pesquisa de ponta em neurociência e é uma referência ao tratamento da doença que debilitou Edmond, o mal de Parkinson, antes de ele morrer num incêndio criminoso em Mônaco. “Apoiamos o projeto porque acreditamos que o IINN-ELS tem o potencial de promover impacto significativo na busca pela cura de enfermidades devastadoras como a doença de Parkinson e o mal de Alzheimer”, comentou em Londres, onde vive atualmente, de acordo com sua assessoria de imprensa.

Ela demonstrou satisfação na venda da sua rede de varejo, das lojas Ponto Frio, para o Grupo Pão de Açúcar, de Abílio Diniz. “Estou feliz em saber que os empregos serão mantidos e que a marca Ponto Frio se manterá viva no segmento de varejo brasileiro”, afirmou a herdeira da rede.

Lily Safra patrocina, ainda, outras causas no Brasil por meio da Fundação Filantrópica Edmond J. Safra, como o Projeto Felicidade em São Paulo e o Instituto Fernandes Figueira no Rio de Janeiro. Além disso, mantém no Rio Grande do Norte a Escola Alfredo J. Monteverde (que leva o nome de seu primeiro marido, o criador da rede Ponto Frio), que educa mais de mil crianças, além de uma clínica de saúde das mulheres.

Lily Safra (Porto Alegre, 1938) é uma rica filantropista e socialite brasileira. De uma família próspera, ela adquiriu, depois de três casamentos, uma considerável fortuna, que faz dela a 620° pessoa mais rica do mundo, segundo a Forbes em 2005.
Vida pessoal

Nascida Lily Watkins e filha de pai checo que migrou para o Brasil no início do século XX,[2] Lily nasceu no Rio Grande do Sul. Tem dois irmãos. A família vivia com dificuldade, mas não poupava com a educação da garota bonita, esperta e charmosa. Menina, ela aprendeu a falar inglês e francês. Vestia-se com apuro e freqüentava festas. Numa delas, conheceu o homem que viria a ser seu primeiro marido..
Aos dezenove anos, Lily Watkins casou-se com Mario Cohen, um milionário argentino fabricante de meias de náilon. O casal morou no Brasil, na Argentina e no Uruguai, e tiveram três filhos: Adriana, Eduardo e Claudio (1953-1989). Claudio morreu em um acidente de carro, com seu filho, Raphael Cohen (n. 1984).
Lily Cohen conheceu Alfredo Monteverde, dono da rede de eletrodomésticos Ponto Frio, e ambos se apaixonaram. O casamento com Cohen terminou em divórcio depois que ela se mudou para o Rio de Janeiro com Monteverde. Lily e Freddy casaram-se em 1965 e em 1969 Monteverde foi encontrado morto em casa, com um tiro no tórax. A polícia concluiu a investigação, que Monteverde tinha cometido suicídio, em função a uma crise depressiva.
Em 1972, Lily casou-se com o empresário inglês Samuel Bendahan, um empresário inglês, mas o casamento foi declarado nulo.
Lily e Edmond Safra se casaram em 1976 e o casamento durou 23 anos ao topo da alta sociedade internacional. Lily revelou-se uma grande investidora em imóveis, enchendo suas casas e apartamentos luxuosos em Nova York, Londres, Paris, Monte Carlo, Genebra e na Riviera Francesa de obras de arte. O casal não teve filhos.
[editar]Morte de Edmond Safra

Em 1999, Edmond Safra, que sofria da mal de Parkinson, foi morto num incêndio criminoso dentro de seu apartamento em Mônaco. Lily Safra sobreviveu conseguido fugir com a ajuda da polícia. O enfermeiro americano Ted Maher, acusado de ter provocado o fogo, foi sentenciado à prisão em 2002 por uma corte de Mônaco. Maher alegou que iniciou o incêndio para realizar um resgate heróico e assim ser recompensado pelos Safra, mas perdeu o controle do que estava fazendo sem intenção.
[editar]Patrimônio

Em 2008, Lily Safra foi classificada como a 11ª na lista das mulheres mais ricas do mundo, com 4,7 bilhões de dólares,[1] segundo um artigo de uma revista inglêsa. Em 2010, recebeu uma multa milionaria de um magnata russo, por desistir da compra da mansão em cote dazur, França, a mansão mais cara do mundo, conhecida como Villa Leopolda. A Justiça de Nice decidiu a favor da proprietária do imóvel, Mikhail Prokhorov foi obrigado a pagar o sinal de 39 milhões de euros e mais uma multa de 1,5 milhões de euros.
[editar]Atividades filantrópicas

Em 2006, Lily Safra fundou o Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra e a Escola Alfredo J. Monteverde, fazendo uma doação multi-milionária que poderia ser considerada a maior doação individual para ciências na história do Brasil.[3] O Instituto Edmond e Lily Safra, dirigido pelo Professor Miguel Nicolelis e que também tem o apoio da Fundação Filantrópica Edmond J. Safra, se tornou rapidamente um lider centro de pesquisa sobre o cérebro: o seu trabalho foi capa da prestigiosa revista Science em Maio 2009. A Escola Alfredo J. Monteverde proporciona oportunidades inovadoras para mais de 1000.
Lily Safra é a presidente da Fundação Filantrópica Edmond J. Safra, que da suporte à projetos de educação, ciência e medicina, religião, cultura e de assistência humanitária. Ela compartilhou essa convicção de dar apoio os menos afortunados com o seu marido, Senhor Edmond J. Safra, um dos banqueiros mais renomados do século XX e fundador da Fundação Filantrópica Edmond J. Safra. Ela é presidente dessa fundação desde 1999, que da suporte à centenas de projetos em mais de 50 países. Ela inicionou vários projetos educacionais em memória ao seu marido, incluindo a dotação para a Edmond J. Safra Center for Ethics da univerdidade de Harvard. Um importante e doradouro contato com a Universidade Hebraica de Jerusalém resultou na nominação do Campus Edmond J. Safra.
Lily Safra é a presidente honorária da fundação International Sephardic Education Foundation (ISEF), criada por ela própria e seu marido em 1977. A ISEF é a maior organização sem fins lucrativos que promove o ensino superior para jovens israelitas promissores de origem menos afortunada. Desde a sua criação mais de 16.000 bolsas de estudos foram doadas, incluindo suporte à mais de 1.000 estudantes de mestrados e pós-doutorados. Ela também da apoio ao programa de intercambio Lily Safra Internship Program, do Hadassah-Brandeis Institute da universidade Brandeis de Waltham em Massachusetts. O programa acontece durante o verão e dá direito a 6 estudantes graduantes e 2 pós-graduantes fazerem pesquisas na HBI.
Tanto pessoalmente como através da fundação, Lily Safra da suporte à hospitais e universidades do mundo todo, para pesquisas sobre cancer, AIDS, esclerose múltipla e doenças neurodegenerativas, principalmente Alzheimer e Mal de Parkinson. A sua consciência da angústia vivenciada pelas famílias de doentes lutando pela vida a motivou à contruir o Family Lodge para os pacientes e suas famílias no National Institute of Health in Bethesda, Maryland. Junto com seu marido, ela construiu um hospital infantil de última geração em Tel Hashomer, nas redondezas de Tel Aviv, que trata milhares de crianças de toda a região. Ela é uma integrante da conselho das fundações Michael J. Fox Foundation for Parkinson’s Research e Foundation for the National Institute of Health.
Além de participar do conselho de administração do Museu do Patrimônio Judeu de Nova Iorque e da Associação de Artes de Somerset House em Londres, Lily Safra participa do conselho de presidência do Museo de Arte Moderna de Nova Yorke do Centro Internacional Kennedy de conselho sobre artes. Ela deu suporte à compra conjunta da “Five Angels of the Millennium” de Bill Viola pelo Centro Pompidou de Paris, pela Tate Gallery em Londres e pelo museo Whitney de Nova Iorque e estabeleceu a bolsa Edmond J. Safra Visiting Professorship (para professores itinerantes) na National Gallery of Art em Washington. Ela também está bem envolvida com o instituto de arte Courtauld em Londres, dando apoio à curadores e bolsas para estudantes de história da arte exemplares.
Depois das desgraças causadas pelo furacão Katrina, Lily Safra foi uma das maiores partidárias à assistência humanitária da Cruz Vermelha americana e teve um papel importantíssimo no reconstrução da Universidade Dillard de Nova Orleans, no 1° semestre de 2006, e na assistência para manter as aulas em locais temporários até então. Há anos ela atua em várias atividades da comunidade da cidade de Nova Iorque, entre elas no Henry Street Settlement, no New York Center for Children, no Children’s Health Fund e no God’s Love We Deliver.
[editar]Nominações

Lily Safra é doutorando honorária das Universidades Hebraica de Jerusalém, Brandeis, Tel Aviv University e do Imperial College de Londres. Ela é também integrante honorária do King’s College de Londres e do Instituto de Artes Courtauld. Em 2004 o governo francês a nomeou Commandeur na Ordre des Arts et des Lettres e em 2005 ela foi nomeada Chevalier de la Légion d’honneur pelo presidente Jacques Chirac.
Referências

↑ a b http://www.terra.com.br/dinheironaweb/151/economia/neg_bili.htm [ligação inativa]
http://veja.abril.uol.com.br/151100/p_126.html [ligação inativa]
↑ “Lily Safra faz doação milionária a centro no RN” no jornal O Estado de São Paulo – 23.12.06

motivaçao

O Yahoo poderia ser dono do Google



O Yahoo poderia ser hoje o líder da internet, se tivesse comprado o Google, logo que o novo sistema de buscas iniciou suas atividades.

oportunidade da transação aconteceu em 2001, quando Teery Semel, do Yahoo, encontrou-se com Larry Page e Sergey Brin, criadores do Google.

Falou-se algo em torno de US$ 5 bilhões pela aquisição. O Yahoo não topou. Atualmente, o Google vale mias de 100 bilhões de dólares. Se arrependimento matasse…

Por sua vez, o Google perdeu a chance de encher ainda mais seus cofres de verdinhas, quando desistiu de adquirir o MySpace por 290 milhões de dólares.

O magnata australiano Rupert Murdoch, dono da News Corporation, pegou a deixa e arrebatou a rede social por 580 milhões de dólares. Hoje o MySpace é uma das maiores fontes de renda da News Corporation.

Mau negócio foi a compra da Time Warner pela American Online (AOL), no momento em que a bolha das pontocom estava a ponto de estourar por volta de 2000.

Resultado: a nova companhia perdeu 140 bilhões de dólares. Isto porque a imagem da AOL junto aos interautas era a pior possível. A fusão foi desfeita em 2003.

Pior ainda fez a Terra NetWorks em maio de 2000. Comprou o Lycos, portal norte-americano por US$ 12 bilhões. Deu em nada. Tanto que quatro anos depois o Lycos foi vendido para o portal sul coreano Daum Communications pela bagatela de 105 milhões de dólares – um prejuízo e tanto.

Esses “causos” de perda de grana em negócios online são contados no site Just Search.

A saga de Chris Gardner


De mendigo a milionário: A incrível história de Chris Gardner, o sem-teto que virou corretor da Bolsa, acumulou US$ 600 milhões e agora tem sua vida contada em livro e filme.

A saga de um homem desempregado, abandonado pela esposa, tornado pai solteiro, mendigo, carregando o filho pequeno para os abrigos de sem-tetos, bancos de jardins e até banheiros públicos, ocupados à força para servirem de dormitório à dupla. Até que, com muito esforço e espírito empreendedor, Gardner consegue reverter esse estado de penúria para uma situação de riqueza, respeitabilidade e de fama. Hoje, ele tem uma fortuna estimada em US$ 600 milhões. Essa metamorfose, claro, dependeu de uma confluência de fatores que raramente se alinham. “Acho que somente nos Estados Unidos a minha história não é considerada uma anomalia. É claro que em outros países algumas pessoas conseguem repetir, ou mesmo superar, conquistas como as minhas. Mas são exceções que confirmam a regra que aponta esta nação como a verdadeira terra das oportunidades”, diz Chris Gardner, sentado atrás da mesa de conferências de sua empresa Christopher Gardner International Holdings, em Chicago. A peça de mobiliário, note-se, foi em outra encarnação a cauda de um avião DC-10.Nos anos 80, Gardner vivia em San Francisco, onde trabalhava com venda de equipamentos médicos. Um dia, ele viu um sujeito numa Ferrari vermelha procurando vaga num estacionamento no centro da cidade. Impressionado com a máquina, ele ofereceu a sua vaga. “Falei para ele, você pode estacionar no meu lugar, mas me responda duas perguntas: O que você faz? E como você faz?” O dono da Ferrari disse que era corretor da Bolsa de Valores, vendia ações e faturava US$ 80 mil por mês – uma verdadeira fortuna na época. Ali, no ato, surgiu a inspiração indicando o caminho do ouro: “Naquele momento tomei duas decisões: entrar no negócios de ações e comprar uma Ferrari no futuro”, conta Gardner.Sucesso: livro lançado em 2006 já inspirou Hollywood Ele acabou perdendo o emprego, mas não a perspectiva. Depois de muita insistência, Gardner finalmente conseguiu ser colocado como estagiário não remunerado numa corretora da Bolsa de Valores. Esta primeira tentativa, porém, não traria sucesso. O homem que lhe ofereceu o treinamento saiu da empresa e, da noite para o dia, fecharam-se as portas para o protegido. Novamente desempregado e com US$ 1.200 em multas de trânsito sem pagamento, Gardner foi parar na cadeia. Sua mulher – numa das piores decisões financeiras de que se teria notícia – o deixou a ver navios com o filho deles, Chris Jr., então com dois anos.Suas economias se resumiam a US$ 25 no bolso. Seria o suficiente para fazer uma pessoa começar a beber. “Meu padastro era alcoólatra, fracassado, ressentido e violento. Por isso eu não bebo até hoje”, conta. Se era suficiente para comprar dois litros de uísque, o dinheiro não dava para pagar o aluguel. Sem casa, pai e filho montaram residência provisória no banheiro da estação rodoviária de Oakland – uma espécie de Niterói da região. E foi no toalete, ainda hoje em funcionamento, que o futuro milionário teve uma epifania: “Neste mundo existem dois tipos de pessoas: aqueles que vêem um monte de estrume e o identificam como merda e os que reconhecem ali uma boa quantidade de fertilizantes.” Com essa idéia na cabeça, Gardner passou a sair pelas ruas em busca de seu monte. Depois de muito penar, ele teve outra oportunidade no programa de treinamento da corretora Dean Witter Reynolds. “Eu não ganhava nada. Meus colegas não sabiam que de noite, meu filho e eu dormíamos em abrigos de mendigos, banheiros e parques”, disse Gardner a ISTOÉ. A situação, embora considerada por ele como “promissora” – segundo a “teoria dos fertilizantes” –, não era nada confortável. Mas em 1981 ele finalmente obteve a licença para operar oficialmente na Bolsa de Valores. Imediatamente, encontrou emprego na conceituada firma Bear, Stearns & Company, trabalhando primeiro na área de San Francisco e depois em Nova York. De lá para diante, deslanchou e nunca mais parou. A primeira Ferrari de Gardner foi comprada de segunda mão. E não poderia ter passado por mãos mais significativas: pertenceu ao maior gênio do basquetebol, Michael Jordan. Pode ter sido um sinal de sorte. A aquisição foi feita nos anos 90, em Chicago, onde, como empresário independente, Gardner já havia montado banca para lidar com ações futuras de commodities. “No filme essa trajetória mudou um pouco, para melhorar a narrativa. Mas a essência é a mesma do livro”, diz o protagonista.

fonte : wwwpardalvalente.blogspot.com